Federação PRD e Solidariedade terá 5 deputados com mandato em busca da reeleição em Goiás
Grupo registra baixas de parlamentares que tentarão o Congresso Nacional ou mudarão de legenda; Wagner Neto é apontado como puxador de votos

A montagem da chapa da Federação PRD/Solidariedade para a Assembleia Legislativa de Goiás (Alego) começa a ganhar definições estratégicas para o pleito deste ano. O grupo contará com cinco deputados estaduais de mandato que disputarão a reeleição, em uma composição que mistura nomes atuais das legendas com novas filiações vindas de outros partidos.
Atualmente, as duas siglas contam com seis parlamentares na Alego, mas a configuração para a disputa terá mudanças significativas. O presidente da Casa, Bruno Peixoto, e o deputado Lucas Calil decidiram não buscar a reeleição para o legislativo estadual e vão disputar vagas na Câmara dos Deputados, em Brasília. Além deles, a federação terá a saída de Julio Pina, que deve se filiar ao PV, e de Cristiano Galindo, que já se transferiu para o Mobiliza.
Composição da chapa e novas chegadas
Para recompor a força do grupo com as baixas mencionadas, a federação recebeu o ingresso dos deputados Anderson Teodoro (eleito originalmente pelo Avante) e Alessandro Moreira (eleito pelo Progressistas). Com isso, os cinco nomes confirmados que buscam a renovação do mandato pela legenda são:
Coronel Adailton;
Anderson Teodoro;
Alessandro Moreira;
Cristóvão Tormin;
Wagner Neto.
O nome do deputado André do Premium também é ventilado nos bastidores como possível integrante da chapa, embora sua confirmação oficial ainda dependa de acertos internos.
Estratégia de votos e teto de candidatos
A direção da federação, sob a coordenação de Denes Pereira, adotou uma estratégia de "teto de votos" para equilibrar a chapa. O objetivo é manter candidatos com uma média de até 25 mil votos, permitindo uma disputa interna mais homogênea.
A única exceção a essa regra é o deputado Wagner Neto, que conquistou 32.543 votos no último pleito. Devido ao seu desempenho eleitoral anterior, ele é apontado como o provável "puxador de votos" da federação, papel fundamental para ajudar a legenda a atingir o quociente eleitoral necessário para garantir as cadeiras na Alego.


